Covilhã, Janeiro 2018

Em Janeiro, pela altura do meu aniversário, dei uma escapadinha à Covilhã, com o objetivo de (finalmente) conhecer a Serra da Estrela.
No primeiro dia chegamos tarde e cansados e já só conseguimos descansar no spa do hotel e jantar no restaurante, maravilhoso,  do mesmo. Ficamos hospedados no Puralã - Wool Valley Hotel & Spa, onde fomos super bem recebidos e acolhidos durante toda a estadia.
O segundo dia começou bem cedo com destino à Serra, que parecia que adivinhou que lá íamos e vestiu-se de branco apenas na zona da torre, estando um sol luminoso e um frio de rachar, como seria esperado.










Divertimo-nos imenso, porém a barriga já estava a dar horas e decidimos então descer até à vila onde almoçamos na Taberna a Laranjinha, o belo do bife com queijo da serra e presunto, d-i-v-i-n-a-l!
Após o almoço decidimos fazer algo que gostamos muito e que já tinha anunciado aqui no blog que iria fazer, fotografar e documentar arte urbana.
Então, seguimos um roteiro já definido que faz parte de um projeto que nasceu para dar vida às paredes abandonadas da Covilhã, enchendo-as com imagens ligadas à terra. Este projeto ganhou asas a partir de uma ideia dos irmãos Seixo e Lara Rodrigues e desde 2011 mais de duas dezenas de artistas nacionais e internacionais têm espalhado as suas intervenções pelo centro histórico.
O projeto tem o nome de "wool" que à letra significa "lã" (não fosse esta matéria a cara da covilhã), mas pode também funcionar com um homófono de "wall" (parede).














Mais tarde, voltamos para o hotel para descansar um pouco e prepararmo-nos para ir jantar. Nessa noite decidimos ir jantar à "Quinta da Amoreira", uma quinta lindíssima, onde jantamos por cima de um aquário e a comida mais uma vez deliciosa (como a Covilhã nos habituou). 
No dia seguinte voltámos à Serra para nos despedirmos e regressamos ao Norte.



As  fotos presentes no corpo são da autoria de Catarina Simões.

Olhá novidade fresquinha!

Andava a vaguear por uma rua quando encontrei uma parede lindíssima, feita com pedaços do que não se quer, ou seja um parede reciclada, e nisto comecei a pensar e a pensar e foram surgindo ideias e essas mesmas ganharam forma, falei com amigos e decidi que iria pôr em prática já que estava à procura de inspiração para novos conteúdos no blogue, onde pudesse ser ainda mais eu, nunca deixando de lado os outros posts.
Assim, surgiu a ideia de trazer para o blogue Arte. Arte na sua mais variada forma e plenitude. Quando pensamos em arte chega-nos à cabeça variadas imagens, desde a pintura, ao cinema, passando pela literatura (...), e a arte é mesmo isso, é o mais pequeno apontamento até à maior obra.
Por isso, em conjunto com outras pessoas, decidi que iria criar desafios semanais para trazer conteúdo ligado à arte para o blogue, ou seja, lançarei um tema semanal a todos, e quem quiser enviará tudo o que quiserem relacionado com o tema, podem ser fotografias pessoais tiradas por eles, textos, entre outros, e estarão identificados com as suas redes sociais para quem quiser ver o seu trabalho ou apenas ficar a conhecer quem é o autor do mesmo.
Se alguém desse lado estiver interessado em juntar-se a esta pequena comunidade em formação é só contactar-me pelas redes sociais, o link, como sempre, estará no lado direito do blogue.
Fiquem atentos!


Black friday


Um dos dias mais aguardados da estação chegou - Black Friday - e com ele veio a loucura e ânsia de comprar aquelas peças que andamos a namorar desde o  verão, ou então aquele presente ideal de Natal, um investimento mais caro, etc
No entanto,  no meio desta loucura é necessário haver cuidados e atenções:
A peça está sem defeito, tem qualidade?
O tamanho é o correto e assenta mesmo bem?
Vou mesmo utilizar?
Se a resposta foi positiva em todas as questões então compra a peça, se existiu algum "se" é porque não vale tanto a pena.
Uma boa compra são sempre os básicos, blazer, vestidos pretos, casacos, jeans (...)
Boas compras!

"Push yourself because no one else is going to do it for you"

Estava bem difícil voltar aqui, voltar a escrever, voltar a fotografar. Coloquei tudo em standby.
Estou a passar por uma fase chata, na qual muitos se inserem. Estou licenciada, não entrei no meu  mestrado de sonho e estou desempregada. E agora? 
Agora há que enfrentar tudo de frente e lutar para que as coisas mudem, ser a pessoa mais positiva do mundo e saber que as fases más tanto vêm como vão e as coisas mudam.
Por isso e como prova do mesmo, decidi trazer-vos umas recordações de um dia bonito, rodeada do que me faz bem.
















Tendência - Cestas


 Uma das maiores tendências da estação para "malas" são as cestas. sejam grandes, pequenas, com efeitos ou feitios, o que conta é ser uma cesta do género de "vime" que prometem transformar um look por completo.


Esta inspiração teve origem na Jane Birkin, que em 2016 apareceu a utilizar uma cesta do género de "piquenique" na mão.
Há para todos os gostos e carteiras, por isso, nesta estação quente já sabe, leve a merenda de forma mais fancy.

"A arte de (...)

(...) bem praxar, bem trajar e bem agir, de um soberbo membro da digníssima e mui distinta Universidade do Minho, ou como se deverão processar os sagrados rituais da praxe."



Esta é a primeira frase do (sr.) Código do Praxe, aquele que me acompanhou desde o dia um, ao último, aquele que foi rabiscado com apontamentos sobre a praxe, aquele que me ensinou toda a teoria da praxe e que me ajudou a ensinar os meus.
Foi uma longa viagem, foram três anos em que me formei não só na licenciatura de Estudos Portugueses e Lusófonos, mas como Catarina, a amiga, a namorada, a filha, a estudante, a caloira, a novilha, a noviça e doutora. 
A capa, o tricórnio, os sapatos foram guardados, na esperança de um dia os voltar a usar e escrever neles mais uma linha de histórias.
As palavras esgotaram-se, desculpem-me mas apenas os meus olhos e os meus abraços falam. Eles retratam um enorme "Obrigada".

Da Insurreta, a miúda que adorou ser praxada e praxou muito orgulhosa de manter as tradições que outrora reinavam na Academia Minhota.

3º & 4º dia em Paris

De volta às publicações sobre Paris, trago-vos o terceiro e quarto dia na capital francesa.

No terceiro dia, terça-feira, foi o dia que escolhemos para visitar a Disneyland. 
-Conselho: Aproveitem as promoções e comprem o bilhete para os dois parques, assim conseguem conhecer ambos, e dependendo da vossa personalidade, podem decidir qual dos dois parques gostam mais.
A Disney é um sonho para qualquer criança, mas na verdade, acho que é um parque muito direcionado a todas as idades e um sonho tornado realidade também a adultos.
A Disneyland Paris é composta por dois parques, o Parque Disneyland e o Walt Disney Studios.
O parque que mais gostei foi o Walt Disney Studios, porque na verdade é o parque que nos proporciona mais adrenalina e as atrações são muito viradas para a velocidade, ou seja, um parque com atrações para os mais crescidos.

No dia seguinte, decidimos começar o dia com uma visita à imponente basílica Sacre Couer. Esta deve ser uma das maiores basílicas onde já tive e podem ter as expectativas bem altas, que ela mesmo assim supera, e eu que não sou muito religiosa fiquei rendida aos encantos desta igreja!
Feita de arcos e abóbadas, decorada por vitrais, que faziam com que uma luz muito bonita emergisse por toda a basílica, pinturas belíssimas em muitos dos tetos, de cortar a respiração!

Fiquei a achar que Paris está repleta de carrosséis, destes mesmo bonitos, e de escadas em espiral, a sério, eles são loucos por este género de escadas, que na minha opinião são as piores de se subir!!
Vista da Basílica -  Vale a pena ir lá só pela vista!



Neste dia em especial fazia muito frio, por isso acompanhei-me por uma sweat preta básica bem quente, uma camisa de flanela, para dar um ar mais arranjadinho sem sair do casual, ao look e por um beenie muito fofo que tratou de dar cor ao conjunto.


Em seguida passeamos pelo famoso bairro de Montmatre, que sem dúvida é o bairro dos artistas de rua. Montmatre é um bairro muito simpática, luminoso e repleto de surpresas para quem lá passa. Foi o local escolhido para almoçar. Comemos um género de cachorro (enorme!) recheado com queijo, estava delicioso e é uma boa opção para quem está de passagem com apetite e uma refeição mais agradável também para a carteira.

Depois de almoçarmos descemos todo o bairro e andámos mais um pouco até nos depararmos com a famosa ponte Alexandre III, que faz bem jus aos comentários que lhe fazem, é realmente muito bonita.




Decidimos percorrer as margens do Sena a pé e assim apreciar a sua verdadeira beleza, até chegarmos à segunda visita do dia - o Museu d'Orsay.


Para ser sincera, não fiquei encantada. Na verdade acho que neste museu o que mais adorei foi a sua estrutura e a sua decoração, e na verdade acho que admirei mais estes pormenores do que as obras de arte expostas.





Depois de visitarmos o museu e de vermos que ainda nos sobrava algum tempo, decidimos apanhar um metro e fomos ao Panteão Nacional de França. 
Arquitetonicamente, na minha opinião que sobre o assunto não deve servir de muito, é encantador e gostamos de o visitar para conhecermos mais um pouco da história que rodeia esta nobre país.




Eu não digo? Os parisienses têm um certo problema com escadas normais. Mais uma desta e eu não andava..

Depois fomos jantar, onde já não sei precisar e demos por terminado mais um dia intenso na capital francesa.
Já tinham visto estes locais que visitei? Ou eu trouxe-vos alguma novidade?